Etiqueta básica na Masmorra

O BDSM é um fenômeno mundial, e nos locais em que estilos de vida ‘desviantes’ encontram porto seguro, comunidades se formam em volta da ampla gama de práticas que a sigla compreende. Estas comunidades encontram liberdade para vivenciar e compartilhar suas fantasias em espaços particulares especialmente preparados e equipados para este fim. A estes espaços dá-se o carinhoso nome de Masmorra (do inglês Dungeon).

No Brasil, ainda são poucos os espaços em que o BDSM encontra morada permanente. A isto somada a ocorrência apenas esporádica de eventos temáticos (com maior frequência centrados na região sudeste do país), temos um cenário em que estas comunidades veem-se limitadas a interações online, ou em festas particulares que não são necessariamente inclusivas para iniciantes no meio.

Sendo assim, quando surgir aquele convite irrecusável para um destes eventos, é importante fazer bonito. O BDSM subverte e reinventa uma infinidade de costumes e normas sociais, então pode ser confuso definir o que de fato é esperado de nós, e o que é considerado educado. Daí a importância destas regras básicas, que mesmo não se desviando tanto do senso comum, apenas somam ao serem reiteradas.

Leia e se atenha às regras

Esta é a forma mais fácil de etiqueta, e também a mais útil. Estas regras normalmente são estabelecidas com motivos claros:

  • Segurança física;
  • Razoável privacidade;
  • Conveniência no uso dos equipamentos;
  • Espaço para brandir um chicote;
  • Liberdade para usufruir de bons momentos sem interrupção;
  • Segurança emocional;
  • Garantir que os organizadores/proprietários não precisem lidar com questões financeiras, legais, e de segurança;
  • Para que a brincadeira possa continuar.

Segurança e Consentimento

Aceite ‘NÃO’ como resposta; aceite ‘PARE’ como uma ordem

Tudo o que fazemos no BDSM deve ser feito com consentimento – mesmo práticas que parecem não-consentidas a um observador externo.

Sempre saiba a palavra de segurança

Em alguns eventos e masmorras, pode ser definida uma única palavra de segurança a ser utilizada por todos. Saiba qual ela é, e interrompa qualquer prática imediatamente se ouvi-la do outro.

Familiarize-se com o equipamento antes de usa-lo

Sempre confira o estado do equipamento, sua segurança e limpeza, antes de começar a utilizá-lo em uma prática. Quando concluído, verifique novamente, e deixe o equipamento como encontrou.

Conheça suas limitações

Nunca tente fazer nada que esteja muito além de seu escopo de experiência, sem antes obter aconselhamento ou ajuda ou mentoria ou educação a respeito.

Socialização

Seja educado

Educação, cortesia e bons modos são bem vindos em qualquer ambiente, mas nestes em especial, em que as pessoas possivelmente estarão expondo as entranhas de seus desejos, estas qualidades são fundamentais. Em termos simples, trate aos outros da forma como gostaria de ser tratado.

Seja honesto

Honestidade é um valor altamente apreciado neste meio. A mentira, seja sobre o seu nível de experiência, estado civil, fatores de risco, ou qualquer outro tópico, é altamente reprovável e normalmente será descoberta.

Não toque em nada sem permissão

Tocar, mesmo que casualmente, outras pessoas ou suas posses (incluindo coleiras, algemas e equipamentos) sem permissão expressa é inadmissível. A maioria das pessoas gosta de exibir seus brinquedos, porém sempre peça permissão de antemão.

Não siga as pessoas

Ficar seguindo alguém pelo ambiente como um cachorrinho perdido mais provavelmente irá incomodar as pessoas e fazer com que elas tentem te evitar, do que fazer com que elas queiram te conhecer.

Não exija nada de ninguém

Nenhum Dominante pode exigir nada de outras pessoas no ambiente, a não ser que já exista consentimento expresso para tanto. Nenhuma submissa está sob obrigação de servir ou obedecer qualquer pessoa a quem ela não escolhido servir ou obedecer.

Informe a um responsável se algo acontecer

Nestes espaços especializados e eventos temáticos BDSM, normalmente há Monitores, Anfitriões, ou pessoas encarregadas de supervisionar as práticas em curso. Eles estão ali para fazer cumprir as regras, mas eles não sabem ler pensamentos; se você for vitima de comportamento inapropriado da parte de alguém, informe o responsável imediatamente. Eles não podem fazer nada se não souberem que algo está errado, e é difícil confirmar e tomar providências acerca de preocupações relatadas após o fato.

Então:

  • Se você tem um problema ou perguntas ou precisa de algo, peça a um Monitor;
  • Se você está preocupado com algo que viu, pergunte a um Monitor;
  • Se você precisa de ajuda com um equipamento, ou deseja mudá-lo de lugar, pergunte a um Monitor;
  • Se a cena que você planejou é complicada, maluca, assustadora ou vai fazer sujeira/bagunça, informe a um Monitor e peça que ele mantenha-se próximo para supervisionar seu andamento.
  • Se um Monitor pedir que faça algo, obedeça. Se desejar contestar o pedido, faça-o depois, educadamente, após ter acatado à sua instrução.

Observação

Não distraia ou perturbe outros praticantes

Durante o decorrer de uma prática ou cena que se esteja observando, seja invisível e imperceptível aos participantes da cena.

Nunca ande entre um Dominante e uma submissa durante uma cena

Dispensa explicações: se você está buscando um lugar de onde observar a cena, atente-se ao seu redor e jamais se coloque entre o Dominante e a submissa na cena em questão.

Não interrompa uma cena, ou invada o espaço de outros praticantes

Em um ambiente em que várias cenas e práticas podem estar acontecendo simultaneamente, seja cuidadoso quanto ao seu posicionamento no ambiente, para que não seja necessário que alguém interrompa uma prática em curso para lhe pedir licença.

Você pode assistir se convidado, ou se a cena ocorre em espaço aberto

Em algumas masmorras e espaços particulares dedicados ao BDSM, podem existir ambientes reservados, cabines e cômodos em que práticas podem acontecer com maior intimidade. A estes ambientes, só adentre com permissão expressa dos participantes. A praticas ocorrendo em um espaço comum, sinta-se à vontade para observar.

Sempre assista à distância

Observe o ambiente e escolha um posicionamento que lhe permita boa visibilidade da prática ou cena em curso, mas o mais distante possível dos participantes.

Nunca se convide a participar de uma cena: se sua participação for desejada, você será convidado

A algumas práticas, especialmente aquelas que lidam com aspectos psicológicos do BDSM, a existência de uma platéia de observadores é bem vinda e pode somar à gravidade e intensidade da cena. Se você for convidado a participar de alguma forma, sinta-se privilegiado e haja conforme instruído. Do contrário, permaneça observando à distancia.

Não se assente em equipamentos enquanto assiste uma cena; você pode estar impedindo outras pessoas de brincarem

Algumas masmorras e eventos são providos de uma infinidade de equipamentos diferentes, cada qual com seu propósito cruel. Entre estes propósitos não se encontra o assento casual. Ocupar um equipamento apenas encostando e se assentando no mesmo fará com que outras pessoas interessadas em utilizar aquele equipamento tenham que interromper sua dinâmica para lhe pedir licença. Se estiver cansado, procure um lugar apropriado para se assentar, que certamente estará disponível. 

Movimentando-se pela Masmorra

Antes que um Dominante inicie uma cena, a primeira verificação que fará será do espaço/área disponível, para se certificar do perímetro seguro para o uso de quaisquer implementos que se pretenda utilizar (chicotes, açoites, varas, etc.).

Uma vez que a prática tenha se iniciado, sua atenção estará apropriadamente voltada para a submissa com quem ele está lidando, e não para outras pessoas fora da cena.

Então, se você se posicionar atrás deste Dominante e for atingido por um destes implementos no contragolpe, se desculpe discretamente, e presuma que a culpa foi sua por não prestar atenção – e não do Dominante por não tê-lo notado ali atrás.

Subespaço, Subqueda e Cuidados Posteriores

Subespaço (do inglês Subspace) é o termo utilizado no BDSM para denominar o estado alterado de consciência que submissos experimentam durante uma cena ou prática.  Atingir o subespaço é uma grande parte do motivo por que pessoas submissas desejam participar de práticas BDSM.

Algumas definições possíveis para subespaço:

  • Um ‘onda’ natural profunda, causada pelo volume elevado de endorfinas e outros opioides naturais que são liberados pelo corpo em resposta à excitação ou impacto físico;
  • Um estado de concentração profunda, similar ao que se experimenta quando se está completamente absorvido por um livro, filme ou jogo;
  • Um sentimento de foco mental intenso no exato momento do agora (similar ao estado mental experimentado por pessoas que se automutilam para se sentirem ‘vivas’ ou ‘reais);
  • Um transe hipnótico, auto-induzido ou induzido pela pratica entre Dom e sub;
  • A sensação de êxtase completo resultante de se ter mais orgasmos no decorrer de uma hora do que algumas mulheres terão em suas vidas inteiras.

Lembre-se de um momento em que você estava totalmente, completamente, perfeitamente absorvido por um livro, filme ou atividade, ao ponto em que isso ERA seu mundo inteiro, e que este mundo era maravilhoso. Agora, lembre-se de um momento assim, em que alguém te arrancou abruptamente e rudemente deste momento, e como você se sentiu sobre a pessoa naquele momento. Multiplique esta sensação por três, e você irá entender o que uma submissa (e possivelmente o Dominante) pensa sobre alguém que começa uma conversa paralela próximo a uma cena em curso.

Subqueda (do inglês subdrop) é o termo utilizado no BDSM para denominar a sensação de perda, depressão ou solidão que pode ser experimentado por muitos submissos algum tempo entre 1 e 48 horas após uma cena. É análogo à sensação de ‘baixa’ que segue uma ‘onda’ induzida por drogas.

Cuidados posteriores (do inglês aftercare) é o termo utilizado no BDSM para o processo de cuidado negociado da submissa pelo Dominante após uma cena, com o intuito de evitar a subqueda.

Cuidados posteriores são muito importantes, e são uma etapa que se espera da maior parte das cenas e práticas. O cuidado posterior pode fazer a diferença entre uma experiência maravilhosa seguida de uma experiência horrível, e uma experiência maravilhosa que se dissolve em uma felicidade que pode durar por vários dias. Genericamente falando, quanto mais intensa a cena, mais provável que a submissa requeira cuidados posteriores.

Como submissa, a pessoa nunca deve hesitar em negociar os cuidados posteriores como parte da cena. Se você é inexperiente, presuma que você irá precisar de cuidados posteriores e negocie mesmo assim – se depois você sentir que não é necessário, é mais fácil dispensá-lo do que consegui-lo se de repente você começar a se sentir extremamente deprimida por que o Dom se afastou após o termino de uma cena.

O cuidado posterior normalmente consistem em um abraço silencioso: certificar-se de que a submissa está aquecida e confortável (um cobertor, se apropriado, para combater a queda de temperatura corporal após uma prática), se possui agua para beber e se re-hidratar, se está em um local em que pode se reclinar ou deitar, e se está recebendo atenção e contato físico constante, sem exigências.

O momento do cuidado posterior NÃO é o momento para perguntar à submissa como foi a cena, ou tentar manter uma conversa com ela: Uma submissa que se encontra em estado de subespaço profundo pode se sentir totalmente perdida, sem a capacidade de encontrar palavras para definir o que ela está sentindo, e pode precisar de tempo para processar a experiência. Aprender a apenas abraçar, acarinhar e cuidar da submissa após uma cena pode ter o efeito de deixar a impressão de que se trata de um excelente Dominante.

Fazendo perguntas

Integrantes da comunidade BDSM são geralmente bastante amigáveis e acessíveis, e normalmente muito felizes em conversar sobre algo que estavam fazendo, uma técnica em específico, ou um implemento que estavam utilizando. Então, em termos gerais, se você tem uma pergunta, não tenha medo de fazê-la.

No entanto, há momentos em que perguntas são intrusivas: especificamente, durante o decorrer de uma cena, e durante os cuidados posteriores.

Se você tem uma pergunta para um Dominante sobre algo que fez durante uma cena, seja respeitoso do fato de que ele pode ter uma responsabilidade de prover cuidados posteriores à submissa com que acabou de praticar. Aguarde até que eles tenho retornado a um comportamento social normal.

Como a submissa ainda pode estar se sentindo um pouco em carne viva, fale com o Dominante primeiro, e pergunte se pode conversar com eles.

Por exemplo:

“Eu poderia fazer algumas perguntas sobre a cena de vocês que eu assisti?”

“Agora seria um bom momento para dizer oi e me apresentar?”

“Eu posso dizer à sua submissa o quanto eu admirei a sua bravura / técnica / beleza?”

Confidencialidade e Privacidade

Todas as pessoas em um ambiente de prática BDSM devem se sentir seguras para se divertirem, e isso inclui a segurança de saber que o que acontece na masmorra, fica na masmorra. Ninguém gosta de fofoca, mas ao tratarmos de BDSM, além de ser altamente desagradável, falar de alguém nas suas costas fora do ambiente BDSM pode afetar a vida pessoal e profissional da pessoa. Muitos praticantes do BDSM apresentam a sociedade sua ‘fachada’ baunilha e preferem manter segredo sobre suas inclinações sexuais, e a revelação destas inclinações pode ocasionar drama e consequências desagradáveis.

Fazer perguntas pessoais (como o nome real das pessoas, onde trabalham, etc.) normalmente é considerado rude até que se tenha estabelecido uma relação pessoal com um indivíduo.

Confidencialidade é muito valorizada entre a comunidade BDSM. Trate toda e qualquer informação pessoal que lhe for confiada como altamente confidencial, exceto se a pessoa em questão lhe disser especificamente o contrário. Isso inclui endereços de e-mail, pseudônimos, endereços residenciais, etc. Também é rude pedir que outros quebrem esta confidencialidade em seu benefício (p. ex. ao pedir a alguém o nome e telefone de uma terceira pessoa).

Tentar encontrar alguém fora da arena BDSM sem seu prévio conhecimento e consentimento é geralmente considerado ofensivo. Se você absolutamente precisa entrar em contato com alguém, ao invés de ‘caçá-lo’ ou stalkea-lo, consiga que um conhecido em comum encaminhe sua mensagem, juntamente com seus dados de contato.

Não tire fotos ou filme. NUNCA. Na maioria das masmorras, você terá o seu telefone/câmera/cartão de memória confiscado, e você será expulso.

Se for comentar com um amigo sobre as incríveis peripécias vivenciadas na masmorra, lembre-se de omitir os nomes de todos os envolvidos, e não fale de ninguém de forma que seja possível identificá-los. E se o evento de que participar fôr apenas para convidados, guarde o evento, o local, a data e a lista de convidados para você mesmo.

Cuidados com a Masmorra, o Local, e os Convidados

Seja um bom comensal, para que os organizadores pensem que vale a pena continuar organizando eventos.

  • Por favor, contenha seus fluidos corporais: Use um cobertor, lona, plástico ou toalha. Seja cuidado com comidas e bebidas também. Limpe qualquer superfície que tenha entrado em contato com pele com álcool ou desinfetante.  Os encarregados em desmontar os equipamentos ficarão muito infelizes ao colocarem as mãos em algo grudento, então higienize bem a área após uma prática. E use as lixeiras.
  • Mantenha o espaço em condições de uso para futuros eventos: não danifique o ambiente ao passar cordas por encanamentos ou fure paredes para seus próprios ganchos.
  • Seja chegando ou saindo do local, ou do lado de fora fumando, mantenha um comportamento, discurso e roupas em nível apropriado para a vizinhança. Não cause que os vizinhos precisem acionar a policia ou reclamem sobre o evento com os organizadores e proprietários, sob risco de inviabilizar o local e acabar com a diversão de todo mundo.
  • Você irá brincar com fogo? É permitido? Tem certeza? Realmente? Certo, então certifique-se que o extintor de incêndio esteja à mão.

Expectativas Interpessoais

As roupas ou a coleção de brinquedos de alguém não é necessariamente uma indicação de seus interesses ou seu nível de experiência no BDSM. Uma pessoa vestida casualmente não é necessariamente um iniciante, e uma deusa envelopada em couro e vinil com botas de cano longo e salto alto pode apenas estar tentando causar uma boa impressão em sua primeira visita. Nunca infira nada; nem gênero, nem papel, nem orientação sexual, nem vontade de brincar.

Socialmente, somos todos iguais até que sejam negociadas dinâmicas de poder. Esperar que pessoas que não lhe conhecem te chamem de Senhor, Madame, ou outros títulos respeitosos fará com que você pareça pomposo. Títulos e respeito são ambos merecidos – deixe que o seu comportamento demonstre ao outros que você é digno do titulo que deseja.

Dominação/submissão não é uma competição. Pretensiosamente afirmar que se é o melhor Dominante/submisso, regozijar sobre possuir os melhores brinquedos, e outras tentativas mais sutis de estabelecer um ranking é feio e inconveniente.

Se um Dominante requer que alguém pergunte/peça permissão antes de se dirigir à sua submissa, é responsabilidade dele informar ao outros sobre esta regra. Desconhecidos podem ser desculpados uma vez (mas não duas!).

Se você se preparou aprendendo sobre etiqueta BDSM em salas de bate-papo online, faça-se um favor e esqueça tudo. A fantasia da interpretação de papeis em ambientes virtuais não se converte para o comportamento e etiqueta reais, em pessoa.

Amigos vs. Conhecidos

Você pode notar que pessoas que são próximas cometendo o que parecem ser flagrantes violações de etiqueta. Na maior parte das vezes, estas pessoas são amigas que não se sentem ofendidas pelas zombarias de amigos próximos. Não infira que, por que eles podem, você também pode.

Nem todas as submissas – de fato, são muito poucas – são instruídas as serem submissas a todos os Dominantes. Não espere que uma submissa seja submissa a você simplesmente por que está usando uma coleira.

Ameaças divertidas feitas à uma submissa de quem você é amigo pessoal podem ser consideradas fofas e deliciosas. Ameaças divertidas feitas a uma submissa que você acabou de conhecer podem ser consideradas como um avanço não solicitado e uma geral falha de etiqueta.

Da mesma forma, tagarelar a um Dominante sobre o mau comportamento da sua submissa pode ser divertido e inofensivo quando entre amigos. Tagarelar a um Dominante sobre sua submissa quando você não conhece nenhum dos dois o fará parecer um chato.

Outras regras importantes

  • Em praticamente todas as masmorras BDSM no universo conhecido: nada de drogas pesadas, nada de bebedeira. Estes fatores podem estragar o prazer de algumas práticas, prejudicar a capacidade de julgamento, e aumentar o nível de gafes-por-hora de forma assustadora;
  • Na maioria dos locais, brincadeiras solo não são permitidas ou respeitadas. Por brincadeiras solo, entenda-se masturbação.
  • Assim como no recreio na escola, ostentação irá atrair atenção, mas não da maneira desejada. Ficar estalando o chicote no ar para você mesmo será visto da mesma forma que uma masturbação. Melhor evitar.
  • Se você é um membro periférico da comunidade BDSM, e um amigo desejar ser levado a um evento para ficar babando com as maluquices, pense duas vezes antes de levá-lo. Mesmo exibicionistas podem desgostar serem vistas como animais no zoológico.
  • Faça o seu dever de casa emocional antes de adentrar a comunidade BDSM. Questões não resolvidas e o drama envolvido não são agradáveis.
  • Negociação pode tomar muitas formas, de um flerte quase verbal a tabelas detalhadas e meses de diálogo que finalmente desaguam em uma cena. Não infira que tudo precisa ser negociado com um time de advogados, mas também entenda que uma negociação rasa pode levar a desentendimentos.
  • Tente ser automaticamente cortês, gentil, e ceda o benefício da dúvida em todas as situações. A maior parte das pessoas está apenas tentando se entender e se divertir. Assim como você.

Fontes:

chicomunch.com

elainemiller.com

ranker.com

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